COP30 termina e fortalece marcas que já nasceram conscientes

Olívia Araújo, liderança da Linus, fala ao ConectaEco sobre o legado da COP30. Foto: Leo Martins

A COP30 terminou em Belém com um recado claro: o novo ciclo da agenda climática global dependerá de implementação rápida, coerente e comprometida. Após dias de debates intensos sobre metas de redução de emissões, fundo de perdas e danos e transição energética, o sentimento predominante entre negociadores e especialistas foi o de que o mundo não pode mais adiar decisões estruturais.

Neste cenário, o ConectaEco buscou entender como empresas que já nasceram sustentáveis interpretam os resultados da conferência. Entre elas, a Linus — referência brasileira em consumo responsável e lifestyle ecológico — ganha destaque por atuar em sintonia com as demandas climáticas antes mesmo que elas se consolidem em acordos internacionais.

“A COP30 mostrou que estamos além da fase de discursos. Agora é sobre execução. Nosso crescimento confirma que impacto positivo não é tendência, é direção. E consumidores querem coerência, querem marcas que fazem o que dizem”, afirmou Olívia Araújo, gerente de branding da Linus, em entrevista ao ConectaEco

O balanço final da conferência evidencia avanços importantes, como o fortalecimento das novas NDCs e o reconhecimento crescente da urgência climática. Ainda assim, a distância entre metas e ação permanece significativa — e é justamente nessa lacuna que o setor privado pode acelerar transformações reais.

Protagonismo com propósito

A presença e expansão da Linus se conectam diretamente ao espírito pós-COP30. Criadora da primeira sandália de plástico vegana nacional, a marca se consolidou como um dos nomes mais relevantes do consumo consciente no Brasil, com práticas que incluem compensação total de carbono, neutralização de plástico e certificação internacional pela The Vegan Society.

Fundada por Isabela Chusid, destaque da lista Forbes Under 30, a Linus cresceu 700% durante a pandemia, marcou presença na New York Fashion Week e expandiu para Europa, Chile, Peru, Uruguai, Austrália e Nova Zelândia. Hoje, ultrapassa 450 pontos de venda no Brasil.

Para Olívia, esse avanço reflete um movimento que só tende a se intensificar após a COP30:

“As pessoas já entenderam que sustentabilidade não é nicho. É uma nova lógica de mercado — e só crescerá. Marcas que nascem com propósito real têm vantagem porque não precisam se adaptar: elas já operam no futuro”, conclui.

Com o encerramento da COP30, fica evidente que o caminho para cumprir as metas climáticas globais passa tanto por decisões governamentais quanto pela força de negócios que ousam colocar impacto no centro. A Linus é um exemplo dessa nova geração de empresas brasileiras que fortalecem, inspiram e mostram que sustentabilidade e expansão podem caminhar juntas — e em ritmo acelerado.

*Com apoio da Assessoria de Imprensa da Linus

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